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domingo, 1 de abril de 2018
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
Quase toda midia local se cala sobre as nomeações dos traidores do impeachment em Búzios
Nobre recompensa por ter votado contra o impeachment: seu filho ganha uma secretaria |
Entre os mais de uma dezena de sites e blogs da região, apenas dois deles- RC24h e Fique Bem Informado- publicaram postagens sobre as nomeações dos vereadores Dom e Nobre (seu filho). Os dois únicos que também possuem jornais impressos- Jornal Folha dos Lagos e Jornal de Sábado- nada noticiaram. Em Búzios, o prensa de dedé e o jornal Folha de Búzios, como esperado, nada noticiaram. O que demonstra cabalmente que as novas mídias não são tão independentes assim com apregoam. E possuem os mesmos defeitos da grande imprensa que tanto criticam.
O site RC24h, apesar de ter publicado matéria sobre o assunto, como que evitando mostrar a gravidade do ato do Prefeito André Granado, limitou-se a informar na coluna Boca Miúda, sob o título "MUDANÇAS
NO GOVERNO", as nomeações, como se elas fossem nomeações "normais", acrescentando que na "Rua das Pedras, o comentário é que o apoio ao prefeito já está
sendo cobrado". A noticia é tão escamoteada que fica ininteligível. Não se entende que apoio está sendo cobrado agora.
Já o site "Fique Bem Informado" mexeu na ferida com o post "Nomeações
em Búzios soam como prêmio pela votação do Impeachment". Na postagem informou que os dois vereadores, "aos 45 minutos do segundo
tempo" "mudaram de opinião de forma
mágica". E relembrou que quando Nobre votou contra o impeachment foi um choque, com "muitos se perguntando o que teria acontecido?", pois o vereador era "um fervoroso
opositor e cobrador de melhorias principalmente na saúde, onde fez
duras críticas quando um pescador faleceu, naquilo que ele chamou de
erro médico por parte de um servidor da saúde".
Quanto ao vereador Dom, que era da base de apoio ao prefeito e passou para a oposição votando pela aceitação da Denúncia contra o prefeito, o site avaliou que ele "também mudou surpreendentemente de
lado".
Ao concluir, o 'Fique Bem Informado" relatou que existem "muitos boatos sobre o que teria convencido os
vereadores" a mudar de opinião quanto ao impeachment do prefeito e que "a população atribuiu as nomeações a um suposto acordo pela votação
do impeachment".
Comentários no Facebook:
Enéias Pereira Tudo tem o seu valor né! Lamentável
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Beth Prata Que imprensa Luiz? Aqui ate a imprensa ta dentro da treta.
Neuzinha Gonçalves Silva Começando o ano com estes nojos no poder (fda) #pobrecidaderica#
Tatiana Campanario Foi pra isso que ele saiu na cidade pegando assinaturas para tirar André kkkk que pouca vergonha
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José Ricardo Onde está a Crise? E eu sem receber meu quinquênio tem 3 anos.
Alexandre Verdade Vergonha, safados imundos.. um nojo dessa corja!!
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domingo, 2 de abril de 2017
O primeiro G-5 da Câmara de Vereadores de Búzios
Termo de compromisso publicado no jornal O Peru Molhado de 8/12/2006 |
O primeiro G-5 da Câmara de Vereadores de Búzios foi criado no final do ano de 2006 com o compromisso principal de reconduzir o vereador Francisco Neves à Presidência da Casa Legislativa. As metas relacionadas por eles no Termo de Compromisso, de fiscalizar e cumprir leis, para vereadores, são redundantes.
Nessa ocasião, o Prefeito Toninho Branco contava com uma base parlamentar constituída de 6 vereadores: Francisco, Genilson e Evandro, todos do seu partido PMDB; Flávio, do PTB; Uriel do PDT; e Fernando do PPS. Estes dois últimos, eleitos pela oposição, foram cooptados pelo governo logo nos primeiros dias da nova gestão.
Nessa ocasião, o Prefeito Toninho Branco contava com uma base parlamentar constituída de 6 vereadores: Francisco, Genilson e Evandro, todos do seu partido PMDB; Flávio, do PTB; Uriel do PDT; e Fernando do PPS. Estes dois últimos, eleitos pela oposição, foram cooptados pelo governo logo nos primeiros dias da nova gestão.
Portanto, a oposição que havia eleito 5 vereadores- maioria da Câmara- ficou minoritária, reduzida a apenas três: Alexandre e Messias do PDT; e Henrique do PP.
Como o vereador Henrique Gomes traiu o compromisso com o grupo, lançando-se candidato do governo à Presidência, segundo ele obedecendo a acordo político estabelecido entre o presidente do seu partido Dornelles e o Prefeito Toninho Branco, os vereadores remanescentes foram obrigados a cooptar um vereador da situação para recompor o G-5. O escolhido, vereador Genilson, não se recusou a montar o cavalo que passou selado à sua frente.
Em síntese, o G-5 que inicialmente era composto por dois vereadores da situação (Francisco e Flávio) e três da situação (Alexandre, Messias e Henrique), ganhou a disputa da Presidência com três da situação (Francisco, Flávio e Genilson) e dois da oposição (Alexandre, Messias).
A vereadora Joice não gostou quando eu usei o termo traição me referindo ao G-5 do qual ela participou e traiu em 2011, mas o que observamos nessa movimentação no final de 2006 na Câmara foi um show de traição "pra todos os lados". A coisa foi tão surreal que tivemos vereadores da oposição votando em candidato da situação e vereadores da situação votando em candidato da oposição. Que nome se dá a isso? Se não é traição, é o quê?
Este G-5, assim como o de 2011, parece que foi muito bom para os vereadores que dele participavam, principalmente para aqueles que ficavam como fiéis da balança, caso de Genilson e Flávio. As principais decisões dependiam dos dois.
Mas acredito que o primeiro G-5 teve alguma consequência positiva para a cidade e o povo buziano: ter contribuído para a não reeleição de Toninho Branco em 2008. Assim como o segundo G-5 da 4ª Legislatura (2009-2012), também constituído no segundo biênio (2011-2012), em final de mandato, muito contribuiu para a não reeleição de Mirinho em 2012.
O atual G-5, terceiro de nossa história legislativa, tem uma característica importante que o difere na essência dos outros dois. Todos os seus membros foram eleitos pela oposição. Nenhum deles traiu grupo político algum. Muito menos traiu o povo que os elegeu na oposição justamente para servir de contraponto ao governo. Como se o povo, em sua imensa sabedoria política, com seu voto, quisesse reeleger André, mas, por não confiar muito nele, decidiu eleger uma bancada parlamentar majoritariamente de oposição para fiscalizá-lo.
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Ip Buzios Concordo.
Comentários
Beth Prata Acho bastante interessante ter uma câmara que seja oposição ao prefeito.significa que a população pode ter uma convicção de centro esquerda. Se eles honrarem suas origens , poderemos ver corruptos , que estiveram ate aqui , juntos a Picciani, Sérgio Cabral , Dorneles e Paulo Mello ,afastados definitivamente da política local.
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