sábado, 4 de setembro de 2021

Em ação judicial contra a GAS Consultoria e Glaidson, a Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) pede produção antecipada de provas

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 Processo: 0007298-73.2021.8.19.0011

Autor: IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS

Requerido: GLAIDSON ACACIO DOS SANTOS e outro(s)...

Comarca: Comarca de Cabo Frio

Serventia: Cartório da 1ª Vara Cível

IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS

GLAIDSON ACACIO DOS SANTOS e outro(s)...


Autor

IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS

Requerido

GLAIDSON ACÁCIO DOS SANTOS

Requerido

G.A.S. CONSULTORIA E TECNOLOGIA LTDA

Advogado

(SP288556) MARIANA SOUZA BARROS REZENDE

Advogado

(SP172723) CLAUDIO MAURO HENRIQUE DAÓLIO

Advogado

(SP124516) ANTONIO SERGIO ALTIERI DE MORAES PITOMBO


Na ação, a Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) busca produção antecipada de provas que confirma ter recebido cerca de R$ 72,3 milhões da GAS Consultoria & Tecnologia e de seu dono, o ex-garçom Glaidson Acácio dos Santos. 

A instituição declara que, somente em julho deste ano, as transferências somaram R$ 20 milhões. Com isso, o mês passado foi o que registrou quantias mais elevadas repassadas pelo investidor à Iurd desde maio de 2020, início do período com os detalhamentos contidos no documento.

A Universal diz que recebeu de "boa-fé" as "doações" de Glaidson, que já foi pastor da denominação e que colaborava com o "sustento do templo" de Cabo Frio, que ele frequentava. Segundo a igreja, no entanto, "em razão do exorbitante valor", líderes locais passaram a questioná-lo sobre a origem do dinheiro, até culminar na ação apresentada na Justiça.

Em 15 meses, foram 43 transferências para contas correntes da Iurd, além de 38 operações por meio de cartão de crédito. De acordo com a planilha, somente em dois meses esses repasses não ocorreram: março e maio de 2021.

Já em julho deste ano, uma única transferência, no dia 12, chegou a R$ 15 milhões. Os outros R$ 5 milhões do mês foram depositados no dia 5. Mas, desde maio de 2020, quase todos os outros meses totalizaram cifras milionárias. Só dezembro de 2020 somou R$ 13,52 milhões. Foi o segundo mês com acumulados mais vultosos, seguido por junho de 2021 (R$ 10,03 milhões) e julho de 2020 (R$ 9,39 milhões).

Algumas transferências, aponta a planilha apresentada pelos advogados da IURD, aconteciam em dias consecutivos. Nos sete primeiros dias de julho do ano passado, foram nove depósitos (num total de R$ 6,3 milhões) e três operações com cartão de crédito (num montante de R$ 60 mil). Num mesmo dia, 6 de julho, foram cinco transações, que perfizeram R$ 2,32 milhões.

Para a Polícia Federal, Glaidson – que transferiu milhões de reais para dezenas de contas – teria praticado crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores, tendo em vista o caráter atípico dos negócios, como doações feitas em valores muito altos, mediante transferência bancária ou cartão de crédito, de forma fragmentada, sem comunicação prévia, incompatível com o padrão de doações realizadas à instituição religiosa e às atividades desenvolvidas pelos doadores.

Em nota à imprensa nesta segunda-feira, a Iurd afirmou que desde o fim de 2019 vem alertando seus integrantes para os golpes com criptomoedas. "A Universal não compactua com nenhuma atividade ilícita, por mais ganhos que possa gerar", afirmou o texto. Já com relação a Glaidson, lembrou que ele ingressou no treinamento pastoral da Universal em 2003, mas foi desligado pouco depois por "não atender aos padrões do ministério".

"Há alguns meses, a Igreja recebeu informações de que ele estaria assediando e recrutando fiéis e integrantes do corpo eclesiástico para participar de sua empresa, que demonstrava sinais que caracterizavam algum envolvimento com pirâmide financeira", disse a nota da igreja.

Na ação apresentada na Justiça, a instituição pede que o ex-garçom dê explicações sobre o dinheiro das que seriam doações ao templo de Cabo Frio. Já a GAS Consultoria, também por nota, afirmou que "por gerenciamento estratégico", a empresa "adota a prática de utilização de múltiplas contas de segurança, tanto de pessoas jurídicas como de pessoas físicas ligadas à operação da empresa, em diversos bancos e em âmbito nacional".

Fonte: "EXTRA"


sexta-feira, 3 de setembro de 2021

Alguns investidores processam Gladison da GAS Consultoria com base no Direito do Consumidor

 

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Primeiros processos contra Gladison Acácio dos Santos

Ação: Cláusulas Abusivas/Direito do Consumidor

Processo: 0035501-72.2021.8.19.0002

Autor: ABIDACK RAPOSO CORREA

Representante Legal: GLAIDSON ACACIO DOS SANTOS e outro(s)...

Devedor: Conclusão ao Juiz

Comarca: Comarca de Niterói

Serventia: Cartório da 6ª Vara Cível

ABIDACK RAPOSO CORREA

GLAIDSON ACACIO DOS SANTOS e outro(s)...


Autor

ABIDACK RAPOSO CORREA

Advogado

(RJ210478) ARY TAVARES ALVES JUNIOR

Réu

G.A.S CONSULTORIA E TECNOLOGIA LTDA

Representante Legal

GLAIDSON ACACIO DOS SANTOS

Réu

QUANTICO BANK LTDA (KIPPER BANK LTDA)

Representante Legal

GUILHERME SILVA DE ALMEIDA

Representante Legal

MIRELIS YOSELINE DIAZ ZERPA

Representante Legal

ALAN GOMES SOARES

Réu

M Y D ZERPA TECNOLOGIA EIRELI

Ação: Cláusulas Abusivas/Direito do Consumidor

Processo: 0035498-20.2021.8.19.0002

Autor: AMON FRANCO CORREA e outro(s)...

Representante Legal: GLAIDSON ACACIO DOS SANTOS

Comarca: Comarca de Niterói

Serventia: Cartório da 7ª Vara Cível

AMON FRANCO CORREA e outro(s)...

GLAIDSON ACACIO DOS SANTOS


Autor

AMON FRANCO CORREA

Advogado

(RJ210478) ARY TAVARES ALVES JUNIOR

Autor

NUBIA KARLA ALMEIDA DE MATTOS

Réu

G.A.S CONSULTORIA E TECNOLOGIA LTDA

Réu

QUANTICO BANK LTDA (KIPPER BANK LTDA)

Réu

M Y D ZERPA TECNOLOGIA EIRELI

Representante Legal

GLAIDSON ACACIO DOS SANTOS

Representante Legal

MIRELIS YOSELINE DIAZ ZERPA

Representante Legal

ALAN GOMES SOARES

Representante Legal

GUILHERME SILVA DE ALMEIDA

Ação: Rescisão do Contrato E/ou Devolução do Dinheiro / Responsabilidade do Fornecedor;Dano Material - Outros/ Indenização Por Dano Material

Processo: 0034361-03.2021.8.19.0002

Autor: DENIZE LEVISKI DE OLIVEIRA CAIADO

Réu: GLAIDSON ACACIO DOS SANTOS

Comarca: Comarca de Niterói

Serventia: Cartório da 3ª Vara Cível

DENIZE LEVISKI DE OLIVEIRA CAIADO

GLAIDSON ACACIO DOS SANTOS



Réu - G.A.S ASSESSORIA E CONSULTORIA DIGITAL

Ocorrência

Data

Nome Anterior

ALTERADO

30/08/2021

G.A.S ASSESSORIA E CONSULTORIA

1



10

Réu - MYD ZERPA TECNOLOGIA EIRELI

Ocorrência

Data

Nome Anterior

ALTERADO

30/08/2021

MYD TECNOLOGIA


Ação: Cláusulas Abusivas/Direito do Consumidor


Processo: 0027253-78.2021.8.19.0209

Autor: FABIANA BARBOSA DE ALMEIDA DE OLIVEIRA

Representante Legal: GLAIDSON ACACIO DOS SANTOS e outro(s)...

Comarca: Regional da Barra da Tijuca

Serventia: Cartório da 5ª Vara Cível

FABIANA BARBOSA DE ALMEIDA DE OLIVEIRA

GLAIDSON ACACIO DOS SANTOS e outro(s)...


Autor

FABIANA BARBOSA DE ALMEIDA DE OLIVEIRA

Advogado

(RJ210478) ARY TAVARES ALVES JUNIOR

Réu

G.A.S CONSULTORIA E TECNOLOGIA LTDA

Representante Legal

GLAIDSON ACACIO DOS SANTOS

Representante Legal

MIRELIS YOSELINE DIAZ ZERPA

Réu

QUANTICO BANK LTDA

Representante Legal

ALAN GOMES SOARES

Representante Legal

GUILHERME SILVA DE ALMEIDA

Réu

MYD ZERPA TECNOLOGIA EIRELI

Ação: Rescisão do Contrato E/ou Devolução do Dinheiro / Responsabilidade do Fornecedor;Dano Material - Cdc;Dano Moral Outros - Cdc

Processo: 0198417-56.2021.8.19.0001

Requerente: GENTIL NUNES CHRISTIANES NETO

Requerido: GLAIDSON ACACIO DOS SANTOS e outro(s)...

Comarca: Comarca da Capital

Serventia: Cartório da 42ª Vara Cível

GENTIL NUNES CHRISTIANES NETO

GLAIDSON ACACIO DOS SANTOS e outro(s)...


Requerente

GENTIL NUNES CHRISTIANES NETO

Requerido

G.A.S. CONSULTORIA E TECNOLOGIA LTDA

Requerido

GLAIDSON ACACIO DOS SANTOS

Requerido

M Y D ZERPA TECNOLOGIA EIRELI

Requerido

MIRELIS YOSELINE DIAZ ZERPA

Advogado

(RJ218938) MAIARA ALMEIDA DA CONCEIÇÃO

Advogado

(RJ206957) CARLOS DANIEL DIAS ANDRÉ


Processo: 0007298-73.2021.8.19.0011

Autor: IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS

Requerido: GLAIDSON ACACIO DOS SANTOS e outro(s)...

Comarca: Comarca de Cabo Frio

Serventia: Cartório da 1ª Vara Cível

IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS

GLAIDSON ACACIO DOS SANTOS e outro(s)...


Autor

IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS

Requerido

GLAIDSON ACÁCIO DOS SANTOS

Requerido

G.A.S. CONSULTORIA E TECNOLOGIA LTDA

Advogado

(SP288556) MARIANA SOUZA BARROS REZENDE

Advogado

(SP172723) CLAUDIO MAURO HENRIQUE DAÓLIO

Advogado

(SP124516) ANTONIO SERGIO ALTIERI DE MORAES PITOMBO


G.A.S. Consultoria: resposta da CVM à consulta do blog


 

sexta-feira, 27 de agosto de 2021

MPRJ deflagra operação contra organização criminosa, liderada por ex-prefeito de Arraial do Cabo, que promovia invasão e exploração de terrenos no Parque Estadual Costa do Sol

 

Arraial do Cabo. Organização criminosa. Mandados de busca e apreensão 


O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do  Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ) e da Promotoria de Justiça de Arraial do Cabo, e com apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), da 132ª Delegacia de Polícia, da 6ª CIA do 25º BPM/PMERJ e da Corregedoria da Polícia Militar, realiza, nesta sexta-feira (27/08), a operação Parque Livre. O objetivo é cumprir mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara Especializada da Capital em face de 17 denunciados, integrantes de organização criminosa armada que, a partir de 2017, atuou nas áreas ambientalmente protegidas no Parque Estadual Costa do Sol, no núcleo da APA Massambaba, loteamento Miguel Couto, no distrito de Monte Alto, em Arraial do Cabo. O grupo, formado por integrantes da prefeitura, do Instituto Estadual do Ambiente e do próprio parque, promovia loteamentos ilegais em áreas não edificáveis, obtendo vantagem indevida com o parcelamento, venda e exploração do solo.

Entre os denunciados, estão o ex-prefeito de Arraial do Cabo, Renato Martins Vianna (líder da organização), e seu vice à época, Sérgio Lopes de Oliveira Carvalho, mais conhecidos como ‘Renatinho Vianna’ e 'Serginho Gogó', além do policial militar da reserva Márcio Veiga ('Márcio Galo'), nomeado secretário de Ordem Pública; seu irmão Josimar Veiga de Oliveira ('Zima'), ex- sub-secretário de Meio Ambiente; e Márcio Croce, então titular da mesma pasta. A organização se expandiu até a administração e controle do Parque Estadual, para garantir que houvesse o impedimento direto e efetivo das ações fiscalizatórias dos guarda-parques, permitindo o avanço das invasões e das construções ilegais em Monte Alto, no município da Região dos Lagos.

Para tanto, foram fundamentais a atuação da denunciada Márcia Simões Mattos, na função de superintendente Regional do INEA; além do então chefe do Parque, André Cavalcanti, também denunciado, e apontado como peça-chave para ao esquema, uma vez que tinha poder de decisão direto sobre a atuação dos fiscais do Parque. Nessa condição, determinava expressamente, mediante ordem emanada como superior hierárquico, que os mesmos não impedissem o avanço das construções ilegais. Também foi denunciado Ranieri Porto Ribeiro, chefe do Parque até junho deste ano, que deu continuidade à conduta de impedir a efetiva atuação dos guardas em defesa da área de proteção ambiental.

Relata o MPRJ que ainda fazem parte do grupo PMs e bombeiros militares, cujo porte de arma impunha medo nos fiscais e na população local em se opor às suas determinações. Também foram denunciadas pessoas que executavam as obras e a negociação dos lotes. A prática da organização visava indivíduos humildes em situação de vulnerabilidade e que necessitavam de moradia, oferecendo terrenos 'baratos' para a construção de uma casa com fornecimento do chamado 'kit invasão', composto por pequena porção de terra, tijolos, telhas e demais materiais de construção. Ressalta a denúncia que, apesar de existirem indícios da atuação do grupo antes da posse do ex-prefeito denunciado, foi constatado nas investigações que a organização criminosa efetivamente se estruturou e potencializou suas atividades com a posse do mesmo no cargo, em 2017, e a partir da nomeação dos demais integrantes para Secretarias estratégicas, a fim de cumprir as atividades ilegais.

Pelos fatos relatados na denúncia, foram expedidos 12 mandados de prisão preventiva, inclusive contra o ex-prefeito de Arraial do Cabo, ‘Renatinho Vianna’, o ex-secretário de Ordem Pública, ‘Marcio Galo’, e o ex-secretário de Meio Ambiente, Marcio Croce. Além disso, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão nos endereços dos alvos e na sede administrativa do Parque Estadual Costa do Sol. Os denunciados pelo MPRJ respondem por diferentes crimes, como organização criminosa, ocupação e uso irregular do solo urbano, resistência qualificada, prevaricação e falsidade ideológica, entre outros.

Fonte: "MPRJ"


quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Veja registros da operação Operação Kryptos que prendeu Gladson Acácio dos Santos, dono da GAS Consultoria

Gladson Acácio dos Santos

De acordo com a PF, os investigados podem responder pelos crimes de gestão fraudulenta/temerária instituição financeira clandestina, emissão ilegal de valores mobiliários sem registro prévio, organização criminosa e lavagem de capitais – crimes cujas penas, somadas, podem chegar a 26 anos de reclusão.

Polícia Federal apreendeu na quarta-feira, 25, cerca de R$ 150 millhões em bitcoins e R$ 13 milhões em espécie durante buscas na Operação Kryptos, que investiga suspeitas de fraudes bilionárias em um esquema de pirâmide financeira de criptomoedas no Rio de Janeiro.

De acordo com a corporação, tudo indica que esta seja a maior apreensão de criptomoedas e valores em espécie, somados, já feita pela PF. Também foram apreendidos 21 veículos de luxo, joias, relógios de alto valor, documentos, celulares e outros aparelhos eletrônicos.

Além de cumprirem os mandados de busca e apreensão, os policiais federais prenderam cinco investigados no Rio de Janeiro e em São Paulo. As ordens foram expedidas pela 3.ª Vara Federal Criminal do Rio.

Veja registros da operação publicados em "ESTADÃO"
























quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Glaidson prometia lucros de 10% em bitcoins mas disse à polícia que não negociava criptomoedas!

 

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Em um depoimento à polícia, Glaidson negou negociar criptomoedas. Alegou que atuava com “inteligência artificial, tecnologia da informação e produção de softwares”. Já para os clientes, o empresário dizia que investia no ramo das criptomoedas havia nove anos.


Glaidson prometia lucros de 10% ao mês nos investimentos em bitcoins, mas a força-tarefa afirma que a GAS nem sequer reaplicava os aportes em criptomoedas, enganando duplamente os clientes.


Fonte: G1

Observação: se alguém ainda tinha dúvida que era pirâmide aí está a prova.

O mundo é dos espertos: os últimos da fila ficarão com o "preju"!

 

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Se o sujeito tinha vinte milhões em dinheiro em casa e não aplicava em criptomoedas, então nem ele mesmo acreditava no seu negócio que pagava 10% ao mês. Deixava de ganhar 2 milhões (10% de 20 milhões) por mês. Como dizia mestre Chicão: não é meigo?

PF prende no Rio dono de empresa que prometia investir em bitcoins por suspeita de pirâmide financeira

Glaidson Acácio dos Santos. Foto: G1


Glaidson Acácio dos Santos foi preso em uma mansão no Itanhangá. Ele prometia lucros de 10% ao mês nos investimentos em criptomoedas. Operação da Polícia Federal foi em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e a Receita Federal.

O dono da GAS Consultoria Bitcoin, Glaidson Acácio dos Santos, foi preso no início da manhã desta quarta-feira (25) na Operação Kryptos, da Polícia Federal (PF), do Ministério Público Federal (MPF) e da Receita Federal, por suspeita de pirâmide financeira. A PF afirma que a fraude movimentou “cifras bilionárias”.

A força-tarefa encontrou Glaidson em uma mansão no Itanhangá, na Zona Oeste do Rio. Policiais apreenderam na casa dele reais, dólares e euros em espécie e até barras de ouro. O Bom Dia Rio apurou que o volume de dinheiro vivo surpreendeu os agentes. “Nem na Lava-Jato”, disse um.

Agentes saíram para cumprir nove mandados de prisão e 15 de busca e apreensão no RJ, São Paulo, Ceará e Distrito Federal.

Fantástico desta semana mostrou que a GAS era investigada há dois anos pelo esquema, mas se disfarçava de consultoria em bitcoins, uma moeda digital (relembre abaixo).

Lucro ‘fácil’ em ‘criptomoedas’

Glaidson prometia lucros de 10% ao mês nos investimentos em bitcoins, mas a força-tarefa afirma que a GAS nem sequer reaplicava os aportes em criptomoedas, enganando duplamente os clientes.

A empresa de Glaidson tinha muitos investidores em Cabo Frio, na Região dos Lagos fluminense, que se tornou um paraíso dos golpes do tipo pirâmide financeira e ganhou até apelido de Novo Egito, como o Fantástico mostrou há duas semanas.

Nos últimos seis anos, a movimentação financeira das empresas envolvidas nas fraudes apresentou cifras bilionárias, sendo certo que aproximadamente 50% dessa movimentação ocorreu nos últimos 12 meses”, informou a PF.

A GAS não tinha site nem perfis em redes sociais, e o telefone disponível na Receita Federal não funcionava.

Os mandados foram expedidos pela 3ª Vara Federal Criminal do Rio.

Fonte: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2021/08/25/operacao-piramide.ghtml