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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Dilúvio na Marina 2

Minha rua, na Marina, alagada, dia 22/12/2013
Minha rua, Marina, quatro dias após o dilúvio
O tubinho que desemboca no Canal encontrava-se entupido

Este tubinho aí de cima foi colocado em minha rua, provisoriamente, durante as chuvas de janeiro de 2009, como um paliativo emergencial. Chuva que, como a deste ano, quase inundou o interior de minha casa. Desta vez chegou à cozinha. Como da outra vez, perdi duas bombas- da piscina e da cisterna-, e toda água da cisterna e da piscina.
De 2009 até hoje, este tubinho- que de emergencial passou a definitivo- e todas as bocas de lobo da Marina, não foram desobstruídas, apesar de gastarmos, neste governo e nos anteriores, quase três milhões de reais por ano para a realização do serviço.
Incompetência ou corrupção, ou as duas coisas juntas, é a única explicação que encontro pra justificar que uma residência situada a menos de 300 metros do Canal da Marina seja inundada pelas águas da chuva, qualquer que seja a intensidade dela.

Observação: Alô secretário de Serviços Públicos, senhor Eraldo, desde o dilúvio (18/12) que o lixo em minha rua não é recolhido!