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sábado, 9 de novembro de 2013

Secretário de Educação de Búzios é condenado

Prefeito de Búzios com seu secretário
Juntamente com a ex-governadora do Estado do Rio de Janeiro Rosinha Garotinho, o secretário 'inexigibilidade" de educação de Búzios foi condenado por improbidade administrativa pela 14ª Vara de Fazenda Pública da capital do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) A ex-governadora teve seus direitos políticos suspensos por cinco anos, além de ter que ressarcir integralmente os cofres públicos e pagar multa.

Segundo os autos processuais, Rosinha Garotinho, o ex-secretário estadual de Educação Claudio Mendonça e Maria Thereza celebraram contrato com a Fundação Euclides da Cunha durante o período em que a atual prefeita de Campos era governadora do Rio. Ainda de acordo com a sentença, o contrato foi feito sem licitação e previa a implantação de um programa estadual de informática aplicada à educação.

Para a juíza Simone Lopes da Costa, a ex-governadora foi responsável por atos lesivos ao Estado. “Sua posição, na época, de governadora de estado lhe impunha maior responsabilidade, tanto de fiscalização de seus subordinados quanto de averiguação dos atos que pratica”, sentenciou a magistrada.

Ainda de acordo com a juíza, não ficou provado que as 254 salas de informática previstas no contrato foram montadas pela Fundação Euclides da Cunha. “Não há sequer comprovação de instalação dos laboratórios de informática pelo réu, mas tão somente serviços inerentes à preparação de salas para a posterior instalação desses laboratórios”, afirma a magistrada, que aponta, ainda, o fato de não ter havido licitação para a prestação do serviço. “Independentemente da instalação dos laboratórios, tal atividade deveria ter sido precedida de licitação, uma vez que competiria a qualquer empresa do setor a participar da concorrência pública.”

O ex-secretário de Educação Claudio Mendonça foi condenado à suspensão dos direitos políticos por sete anos, além de ressarcir os cofres públicos e pagar multa. A ré Maria Thereza Lopes Leite foi sentenciada à perda dos direitos políticos por seis anos, pagamento de multa e ressarcimento dos cofres públicos. E a Fundação Euclides da Cunha foi condenada a ressarcir integralmente o prejuízo aos cofres públicos, além da suspensão do direito de firmar contratos com o Poder Público por cinco anos.

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Maria do Horto Moriconi

 comentou em uma postagem do Blogger.
Compartilhada publicamente  -  19:42
... novembro...escorpião...  não fica pedra sobre pedra... vamos ver quanto demora esse recurso.. mesmo assim...há uma luz no fundo do túnel... parece que a corrupção está com hora marcada pra acabar.
Bom pra nós.. ruim pra eles.. finalmente...